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A importância do atendimento do psicólogo à pessoas com síndromes raras

Atualizado: 14 de ago. de 2023

Nós psicólogos carregamos a grande responsabilidade em atender bem nossos pacientes, sem exceção. Muitas vezes, quando chegamos no consultório, ou no hospital ou na casa do próprio paciente, não sabemos o que fazer mediante alguns quadros, e entre eles, estão as síndromes raras. Considera-se uma síndrome rara aquela que afeta até 65 em cada grupo de 100 mil pessoas. Ou seja, 1,3 indivíduos para cada 2 mil, segundo a OMS. Segundo o site do Dr. Consulta, são elas: esclerose múltipla; doença de Crohn; fibrose cística; hiperidrose; encefalite; doença de Addison; osteogênese imperfeita; hipopituitarismo; mucopolissacaridose; neuromielite óptica; síndrome de Guillain Barré; doença de Hodgkin; anemia de Fanconi; demência vascular; angioderma hereditário. Claro que existem outras não listadas aí. Digamos que a importância em atender essas pessoas se deve ao fato de acolhimento, tanto do paciente e da família, levando em conta que algumas são progressivas. Outra importância é em fazer o indivíduo e a família refletir sobre o que fazer neste tempo que a doença estará com ele, que muitas vezes, será a vida toda. Não podemos esquecer que estes pacientes tem muito a nos ensinar.

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